A Terceira Vida de Bree Tanner – Uma Vampira Livre ( Cap.4)

***SE PEGAR COLOQUE CRÉDITOS AO STEWART KRISTEN***

– Eu pensei em ir pro Alasca, ou pro Brasil…

– Alasca ou Brasil? Caramba, você parece não se importar muito com o clima.
Ele sorriu e jogou uma pedrinha em mim.
– Eu sempre quis conhecer o tal do Rio de Janeiro. Mas nunca gostei muito do calor. Exatamente por isso pensei no Alasca, porque também é longe o suficiente dos vampiros dos olhos amarelos e não é tão quente.
Apenas encarei as ondas, que tinham ficado mais fortes.
– Acho que prefiro o Brasil. Eu sempre passava frio em Washington quando era humana. – essa era uma das poucas lembranças que guardava da minha vida mortal. Aparentemente tudo o que é ruim é mais fácil de lembrar.
– Mas agora você é uma vampira, Bree. Não vai mais sentir frio nem se entrar no Lago Reiden no meio de Dezembro.
Isso era verdade, desde quando acordei dos terríveis 3 dias de transição eu nunca me importei se estava usando agasalhos ou roupa de banho.
Suspirei e olhei para Fred, que me observava com olhos curiosos. A brisa bagunçava seu cabelo, mas ele não parecia se importar.
– Mas o Brasil é maior… vai ser mais fácil pra nós nos escondermos. E se eles descobrirem que dois recém-criados desertaram e resolverem seguir nosso rastro? Apesar de eu ter andado pelas copas das árvores até uma boa distância, eles parecem ser espertos o bastante pra achar meu rastro.
– Mas nosso cheiro fica menos exposto na neve. As nevascas constantes ajudam a diminuir a intensidade do rastro. – Fred argumentou.
– Como você sabe disso? – perguntei, curiosa.
– Sei lá, eu só falei isso porque quero ir pro Alasca.
O soco que eu dei de brincadeira no braço dele fez um barulho agudo de duas rochas se chocando com grande velocidade. Sortemente não tinha ninguém por perto naquela hora da manhã. O sol nascia no céu nublado e fazia nossa pele brilhar levemente. Talvez um brilho imperceptível aos olhos humanos.
– Você não vai me deixar te convencer a ir pro Brasil, certo?
– Certo. – ele disse comum sorriso presunçoso.
– OK, vamos pro Alasca. Mas depois eu quero ir pro Brasil. – falei com uma cara emburrada.
– Vou pensar no seu caso. – Fred disse e se levantou, tirando a camisa e se atirando na água. Se eu não tivesse me afastado numa velocidade incrível a tempo, ele teria me encharcado.
Depois de um tempo submerso, ele ergueu a cabeça e me chamou para a água. Eu acenei negativamente. Não queria me molhar, e nunca fui muito fã de água.
– Vem, sua boba. Você já tentou nadar depois que virou vampira?
Na verdade, eu tinha, umas semanas atrás. Com Diego. Sacudi a cabeça tentando me livrar das lembranças que me invadiram, e continuei negando entrar na água. O sol nascia no horizonte e fazia minha pele e a de Fred brilharem. Aparentemente seria uma rara manhã de sol naquela ilha.

 

Por: Vitória

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