A Terceira Vida de Bree Tanner – Uma Vampira Livre ( Cap.2)

***SE PEGAR COLOQUE CRÉDITOS AO STEWART KRISTEN***

Eu tentava manter meus olhos focados no meu caminho para não me distrair com veias pulsantes e pescoços macios.

E tentava não pensar em Diego também.

Desde que nos vimos pela última vez, algo no lugar onde antes um coração palpitou fazia meu peito ficar vazio e ao mesmo tempo pesado.

E mesmo sem perceber, planejava minha vingança. Mesmo sabendo que aquela altura os vampiros de olhos amarelos já tinham queimado Riley e ela, o instinto da vingança tomava conta e me fazia, de certa forma, desejar que ambos estivessem vivos para eu mesma poder dilacerá-los em mil pedaços e queimar um por um lentamente.

Sacudi a cabeça, tentando afastar esses pensamentos e apertando o passo, já avistando o Riley Park não muito longe.

Parei na última esquina antes do lugar combinado e fiquei esperando o sinal fechar. Tudo aconteceu numa fração de segundo: a moto que vinha em alta velocidade se chocou com o carro que vinha na outra direção. O motoqueiro voou e caiu bem aos meus pés, abrindo um talho no braço ao bater na sarjeta. O sangue brilhante e espesso começou a escorrer generosamente. Levando às minhas narinas o cheiro inebriante que era fatal para qualquer vampiro.

Tentei desesperadamente me concentrar em alguma outra coisa, mas não houve jeito. Rosnei de uma maneira que definitivamente não podia ser ouvida pelos humanos, era algo animal e poderoso. Voei no pescoço do motoqueiro que gritava e comecei a sugar, um sangue doce, saudável. Não era o tipo que eu estava acostumada. Eu só caçava como dizia Riley, a “escória”. E essa escória geralmente não tinha um sangue puro. Quando não eram drogas ou álcool, eram doenças ou péssimos hábitos alimentares.

A carcaça abaixo de mim secou e recobrei minha sanidade. Havia um pequeno círculo de pessoas em volta de mim, umas cinco filmando com celulares.

Droga,- pensei- eu não queria matar ninguém, agora vou ter que massacrar esse bando de inocentes.

Ou… eu podia acabar só com quem tinha câmeras. Quem acreditaria numa coisa dessas se fosse contada sem apresentação de provas? Preferi a segunda opção.

Cuidei deles num minuto.

Mal sabia eu que isso me traria sérios problemas no futuro.

por: Vitória

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s